Em “Ao Meu Caro Quintão”, Casimiro Cunha — o primeiro poeta psicografado por Chico Xavier — dirige-se com ternura a seu amigo Manoel Quintão. A declamação de Geraldo Campetti e o vocal do Grupo Coro e Osso se entrelaçam ao violão de Zé Henrique Martiniano e ao arranjo vocal de Luiz Piquera, criando um ambiente íntimo e nostálgico que evoca as paisagens de Vassouras e os laços de amizade que resistem ao tempo .

  • Saudade e lembrança: o poeta relembra “dias passados” repletos de cor e vida sob o “céu azul e estrelado” de Vassouras, pintando um retrato vívido de sua terra natal.
  • Amizade como bálsamo: a carta-poema reflete o poder consolador da amizade, capaz de amenizar a dor do exílio e fortalecer o espírito mesmo após a desencarnação.
  • Contexto biográfico: Casimiro Cunha perdeu a visão ainda jovem e depositou em Quintão — diretor da FEB e parceiro na publicação arriscada de “Parnaso de Além-Túmulo” — sua gratidão e confiança, demonstrando a genuinidade da ligação mediúnica e humana .

“Ao Meu Caro Quintão” nos lembra que, mais que versos ou memórias, são os vínculos de afeto e lealdade que mantêm vivos os corações por gerações, ensinando-nos que a verdadeira amizade transcende limites terrenos.

Descubra a força dessa ligação eterna: ouça “Ao Meu Caro Quintão” e deixe-se tocar pela beleza de uma amizade que nem a morte pode separar.

Capítulos:
00:00:35 – A saudade e suas sombras
00:01:33 – Memórias de um passado distante
00:02:09 – Detalhes da vida tranquila e serena
00:02:48 – Acompanhar as memórias com carinho
00:03:11 – O valor da amizade e apoio espiritual
00:03:40 – Reflexões sobre a saudade e a paz divina

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