A parábola do mordomo infiel soa estranha com seus detalhes inusitados. Causa perplexidade, e essa foi a intenção de Jesus no entendimento de Haroldo Dutra Dias. Na história, o administrador dissipa os bens do senhor e, confrontado por este, passa a perdoar parte dos débitos que outras pessoas tinham com aquele proprietário. Ela é o tema do estudo realizado no Grupo da Fraternidade Espírita Irmã Scheilla, de Belo Horizonte. A série dedicada às parábolas do Evangelho é uma parceria com o Instituto SER.

A compreensão da passagem realmente é difícil, e Haroldo oferece algumas chaves interpretativas. Ele afirma que a parábola é uma síntese da trajetória da humanidade. Por dissiparmos e desperdiçarmos recursos materiais, somos todos mordomos infiéis. E também devedores do Senhor. Seu versículo final é o famoso ensinamento: “não se pode servir a Deus e a Mamom”.

Segundo Emmanuel, todas as riquezas são frutos de injustiça. Jesus ensina a nos aproveitarmos dela, mesmo assim, para agir com amor. Esse é um ponto de partida para entender a alegria do senhor com atitude do gestor infiel.

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Comentários

3 comentários em "PARÁBOLA DO MORDOMO INFIEL"

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    O direito a justiça do ponto de vista universal, do ponto de vista de toda nossa imortalidade, é passageiro, desde o momento em que todos nós recebemos oportunidade de ser ricos, e acredito que nessas encarnações sempre nos perdemos, nascemos ricos e moralmente do lado da justiça, mas perdemos esse direito, quando causamos a “injustiça material”, mas o servo que está sendo prejudicado na verdade não está sendo prejudicado. Está sofrendo o efeito da injustiça da reencarnação.

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